segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Multiplus muda endereço da sede administrativa para o Brooklin

A Multiplus – subsidiária da TAM que administra programas de fidelização – transferiu no último fim de semana sua sede administrativa para um escritório na zona sul da capital paulista. Antes, a empresa ocupava um espaço na sede da companhia aérea no aeroporto de Congonhas.

A mudança está dentro de um processo de separação das operações das duas empresas, na esteira de uma reestruturação societária dentro da TAM que culminou na abertura de capital da Multiplus na bolsa. A operação, realizada em fevereiro, levantou R$ 622 milhões em recursos líquidos.

A nova sede da companhia está no 21º andar de uma das torres do Centro Empresarial Nações Unidas, localizado no Brooklin.

Em nota, o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia, diz que a mudança representa “mais uma etapa” dentro de um compromisso da empresa de manter altos padrões de governança corporativa.

Fonte: Valor Online

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Incêndio atinge favela na região do Brooklin

Um incêndio na favela do Zoião, próxima à avenida Roberto Marinho (zona sul de SP), mobilizou na tarde de ontem 15 carros de bombeiros e destruiu dezenas de barracos.

Outros dois incêndios ocorreram na capital ontem: um na favela Rocinha, também no Brooklin, e o outro no canteiro da marginal Pinheiros, na altura da ponte do Morumbi (zona oeste).

O tempo seco registrado nos últimos dias na capital aumenta o risco de propagação do fogo.

Fonte: Agora São Paulo

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Brooklinfest 2010 será realizada nos dias 23 e 24 de outubro

A décima quinta edição da Brooklinfest será realizada nos dias 23 e 24 de outubro de 2010, das 10h às 22h, no quadrilátero formado pelas ruas Joaquim Nabuco, Princesa Isabel, Barão do Triunfo e Bernardino de Campos.

O evento, que é organizado pela AEMB – Associação dos Empreendedores e Moradores do Brooklin, é uma mostra multicultural com várias manifestações artísticas, e contará com Artesanatos, Gastronomia, Orquestras de música erudita, Música Popular Brasileira, Corais, Dança, Teatro, Música eletrônica Alemã e percussão brasileira, Música folclórica alemã, Filmes nacionais e internacionais , exposições nacionais e internacionais, além do tradiconal espaço criança.

Informações sobre o evento podem ser obtidas nos telefones (11) 5533-4904 e (11) 5531-3067.

Fonte: Sampa Online
segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Casal é agredido em tentativa de roubo à casa no bairro do Brooklin

Um casal foi agredido por criminosos durante tentativa de roubo à uma casa, na região do Brooklin, zona sul de São Paulo, por volta das 23h desta quinta-feira (19). Eles foram levados para o hospital Santa Cruz, medicados e liberados.

Segundo a polícia militar, um arquiteto foi rendido por três criminosos — dois deles adolescentes — quando abria o portão da garagem para entrar com o carro. A mulher da vítima percebeu o roubo e conseguiu acionar o alarme da empresa de segurança, antes de ser rendida pelos assaltantes.

Dentro do imóvel, os assaltantes iniciaram a agressão ao casal com socos e coronhadas para forçá-los a entregar dinheiro e joias.

Policiais militares cercaram a casa e prenderam os criminosos que, antes de se entregarem, tentaram fugir por telhados de imóveis vizinhos.

O caso foi registrado no 27º Distrito Policial do Campo Belo.

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Peça ‘Inverno da Luz Vermelha’ estreia em Higienópolis

Em 1997, o dramaturgo americano Adam Rapp viajou com seu melhor amigo para Amsterdã, na Holanda, onde conheceram uma prostituta na região conhecida por Bairro da Luz Vermelha. Rapp buscava ajudar o colega, que sofria por um desentendimento amoroso. A mulher, no entanto, envolveu-se com os dois e modificou o relacionamento entre os amigos. A trama marcou também Rapp que, em 2005, escreveu e dirigiu a peça “Inverno da Luz Vermelha”, cuja montagem nacional estreia hoje, no Teatro Faap, em Higienópolis, marcando a volta de Monique Gardenberg à direção teatral depois de três anos, atendendo ao convite dos produtores Beto Amaral e Pedro Igor Alcântara.

Como não poderia ser diferente, a concepção ganhou ares mais requintados – inicialmente desinteressada pelo texto, cuja primeira leitura revelou um certo exagero dos personagens, Monique logo descobriu o fio condutor que orientou sua concepção criativa. Assim, David (André Frateschi), decidido a ajudar na recuperação sentimental de Matheus (Rafael Primot), aproveita a viagem de férias que fazem à capital holandesa para contratar o serviço de Christine (Marjorie Estiano), prostituta francesa. O encontro ultrapassa o simples jogo sexual, pois uma relação de afetividades mal resolvida acaba se instaurando.

“Não consigo trabalhar com personagens totalmente desprezíveis, assim, depois de limitar um pouco a ação de cada um deles, acredito ter encontrado o tom certo”, conta Monique, que faz aparas sutis mas necessárias. David, por exemplo, no original, é completamente execrável, da mesma forma que Matheus é homem por demais torturado em sua amargura. “Na nossa versão, isso não acontece, assim como foi eliminado um certo moralismo”, observa Frateschi. Ele se refere especificamente à ação do segundo ato, quando, passado um ano, os personagens voltam a se encontrar, agora em São Paulo.

Nesse momento, Matheus revela sua total devoção por Christine, representada por um casaco que ela deixou no quarto, depois daquela noite. A moça, aliás, volta ao Brasil em busca de Davi – sim, ela não é francesa e se chama, na verdade, Ana. E, depois de descobrir que é portadora de um vírus letal, retorna ao País. O reencontro do trio é trágico e lembra o célebre poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade: Matheus ama Christine/Ana, que ama Davi, que não ama ninguém. Foi sobre esse triângulo que a encenadora lapidou as relações amorosas de forma direta. “Rapp retrata a dor do mundo ao mostrar o tamanho do desencontro das pessoas”, afirma Monique. “E o resultado dessa aposta errada é a solidão”, sentencia Marjorie Estiano.

Inverno da Luz Vermelha – Teatro Faap (500 lugares). Rua Alagoas, 903, Higienópolis. Tel. (011) 3662-7233. Sexta e sábado, 21h; domingo, 18h. R$ 60. Até 26/09.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

CET inicia a fiscalização no corredor Diadema-Morumbi

Após duas semanas de orientações aos motoristas, a partir de segunda-feira (16) os agentes de trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) iniciam a fiscalização dos veículos que invadirem a faixa exclusiva de ônibus do Corredor Metropolitano que liga a cidade de Diadema ao bairro do Brooklin, na zona sul da capital.

Neste momento, não será liberada a circulação dos táxis nesse corredor, por conta de entendimentos mantidos com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).

A fiscalização será realizada por 56 agentes de trânsito divididos em três turnos. Transitar na faixa exclusiva de ônibus é uma infração grave, com perda de cinco pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127,69.

Durante o fim de semana foram instaladas faixas ao longo do corredor informando os usuários e motoristas sobre a nova regra de trânsito na via.

O corredor

Importante alternativa de integração dos moradores da região do ABCD e da Zona Sul da Capital com a região Sudoeste, o percurso começa no Terminal Metropolitano Diadema e passa pelas avenidas Presidente Kennedy, Cupecê, Vereador João de Luca, Professor Vicente Rao e Roque Petroni Jr até a Estação de Transferência Morumbi, integrando com a Linha 9 – Esmeralda (Osasco – Grajaú) da CPTM. Dentro do corredor, circulam 13 linhas municipais, com demanda de passageiros de 85 mil usuários/dia.

A reorganização do transporte público na região, executada pela SPTrans devido à inauguração do corredor, em 31 de julho deste ano, proporcionou um aumento de 27% na oferta de lugares graças ao remanejamento de linhas, alterações de itinerários e troca dos veículos que circulavam na região por modelos com capacidade para receber mais passageiros, além de uma redução de 50% no tempo de viagem.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Professor é rendido ao parar para ajudar ladrão vítima de acidente no Brooklin

Um professor foi rendido ao parar o carro para ajudar a vítima de um acidente de transito, no fim desta manhã, na região do Brooklin, Zona Sul de São Paulo. O que ele não sabia é que o motorista de um carro que capotou na esquina das avenidas Santo Amaro e Vicente Rao havia roubado o veículo minutos antes, no Largo 13 de Maio, e fugia em alta velocidade.

Após roubar o carro do professor e iniciar nova fuga, Rodrigo Queiroz Santos, de 19 anos, que estava armado, bateu em outros quatro veículos. Na fuga ele roubou a moto de um motoboy e ainda atirou contra um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), mas a arma falhou.

Um bombeiro que passava pela região, também armado, iniciou perseguição ao criminoso, que acabou baleado na perna e preso após bater a moto em um poste.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Assaltante é baleado após perseguição policial na região do Brooklin

Um jovem de 19 anos, identificado como Rodrigo, foi preso por volta das 12 horas de hoje após tentar roubar um carro e ser perseguido pela polícia, no cruzamento entre as avenidas Vicente Rao e Santo Amaro, na região do Brooklin, zona sul de São Paulo.

Durante a perseguição, o veículo em que o suspeito estava capotou e bateu em outros carros. Após o acidente, ele abordou um professor que estava em outro carro, parado no semáforo. Ele retirou a vítima do automóvel e tentou fugir no veículo. Em seguida, o suspeito perdeu controle da direção e acabou colidindo com pelo menos outros três carros.

Depois, o jovem desceu do veículo e roubou uma moto, segundo os policiais. Um bombeiro que passava pelo local percebeu a ação do criminoso e houve troca de tiros. O assaltante foi baleado e levado para o hospital.

Fonte: Agência Estado

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Novo corredor Diadema-Brooklin: ônibus mais rápido que carro

No primeiro dia útil de funcionamento do corredor de ônibus Diadema-Brooklin, quase metade das linhas trafegou fora da faixa exclusiva. Por isso, o corredor ficou vazio por vários momentos, enquanto o trânsito dos demais veículos se arrastava. No horário de pico, o trajeto de carro entre o Terminal Diadema e a Estação Morumbi da CPTM foi quase 2,5 vezes mais lenta do que no corredor.

A reportagem percorreu simultaneamente de ônibus e de carro os quase 10 km entre os pontos inicial e final do corredor, por volta das 8h30. Pela faixa exclusiva, o tempo entre o Terminal Diadema e a Estação Morumbi foi de 36 minutos. Já o carro demorou 1h25.

A ligação formada pelas Avenidas Cupecê, Vicente Rao e Roque Petroni é percorrida por 27 linhas de ônibus. Quase todas são de responsabilidade da São Paulo Transportes (SPTrans). Dessas, 13 foram remanejadas para o novo corredor. No entanto, outras 12 vão circular fora, pelo lado direito da via.

“São as que dão acesso aos bairros”, afirma a empresa, por meio de nota. A SPTrans completa que quase todos os veículos que circulam fora do corredor são micro-ônibus e a construção do Terminal Jardim Miriam vai permitir que as linhas sejam reorganizadas.

As outras três linhas são operadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e deveriam circular no corredor. Alguns ônibus, no entanto, ainda não tinham portas do lado esquerdo. Por isso, vários usuários que embarcaram em Diadema tiveram de descer, caminhar de volta ao terminal e pegar outro ônibus para poder usar o corredor. “Ninguém informava se os ônibus iam pelo corredor ou pela pista normal. Tive de pagar duas passagens”, diz a cozinheira Ana Lucia de Souza.

Os usuários estavam contentes com a velocidade do ônibus. “O que antes demorava uma hora agora leva 20 minutos”, comemora a manicure Thayonara Araújo. Nos carros, o sentimento era outro. “Perdemos uma faixa e as que sobraram estão sobrecarregadas”, diz o técnico Wilson Pacheco. A EMTU informa que está avaliando a necessidade de ajustes e que ônibus não adaptados foram utilizados para atender a demanda do primeiro dia.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Corredor Diadema-Brooklin é aberto inacabado após 24 anos em obras

Demorou 24 anos e, mesmo inaugurada, ainda há serviços a serem feitos. Uma das obras viárias mais antigas do Estado de São Paulo, a ampliação do Corredor ABD (São Mateus-Jabaquara) até o Brooklin, na zona sul, foi entregue à população ontem e começa a operar comercialmente hoje sem uma série de itens de sinalização e de segurança. A previsão é de que 85 mil pessoas utilizem o transporte por dia.

A reportagem verificou a falta de sinalização de solo - faixa que separa o corredor das demais pistas ? em três pontos: na frente do Terminal Diadema, no início do corredor; na Avenida João de Luca, após a Praça do Nabuco; e no cruzamento das Avenidas Vicente Rao e Santo Amaro.

Além disso, ao longo de todo o corredor, as grades de proteção dos corredores são feitas de arames frágeis (o projeto original previa grades de ferro). “Se existe algo que não foi feito, não é correto, não é normal. Mas, em uma grande obra, é compreensível. E agora, nos próximos dias, será feito”, disse o prefeito Gilberto Kassab (DEM).

O corredor tem 12 quilômetros em cada um dos sentidos. Ele será gerido pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), mas também será usado por ônibus municipais, da São Paulo Transportes (SPTrans). Ao todo, são 18 paradas, cinco delas “terminais de integração”: pontos servidos tanto pelos ônibus da EMTU quanto por ônibus da capital. As integrações não são gratuitas. Quem usar o corredor e o ônibus municipais terá de pagar duas passagens. Quem usar o corredor e a Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pagará uma tarifa única de R$ 5 (só o ônibus da EMTU custa R$ 2,65).

As obras têm sido acompanhadas pelo Ministério Público Estadual desde que foram reiniciadas, no fim do ano passado. O promotor Saad Mazloum, da Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital, fez sete visitas ao local durante a execução dos serviços. “Devo fazer uma nova vistoria lá na semana que vem”, adiantou.

Se as irregularidades não tiverem sido arrumadas até lá, disse ele, é possível agir contra os responsáveis. Mazloum disse que o contrato firmado entre o governo do Estado e as empreiteiras responsáveis pela execução da obra termina hoje e, portanto, todos os serviços têm de ser feitos dentro do prazo.

Elétrico só em 2011. Quando o corredor foi planejado, a ideia era de que fosse inteiramente eletrificado, operado por trólebus. Mas o governador Alberto Goldman (PSDB) afirmou ontem que isso só deve ocorrer em 2011.

O promotor Mazloum deu prazo de 45 dias para que a Metra, concessionária do corredor, coloque ônibus híbridos (elétricos e a diesel) para rodar no corredor. Esses veículos já foram adquiridos, mas passam por obras de adaptação nas carrocerias. As portas de entrada ainda têm de ser transferidas para o lado esquerdo dos veículos.

Segundo a EMTU, 265 ônibus circulam diariamente pelo corredor ABD, transportando 6 milhões de usuários/mês. As 13 linhas do sistema são operadas com veículo elétrico híbrido.

Pela metade. Com o novo corredor, a previsão é de que o tempo de viagem entre o Morumbi e Diadema passe de 60 para 30 minutos.

Fonte: O Estado de S. Paulo